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As pedras no rim ocorrem devido ao aumento na urina de certos sais e minerais formadores de cristais que se agregam em massas maiores, os cálculos renais. Estes avançam para o trato urinário, causando sangue na urina, dor considerável e bloqueios.
 
Exames para identificar, na urina, os minerais e os solutos que formam os cálculos são fundamentais para prevenir novas ocorrências. Atualmente um paciente precisa coletar urina ao longo de 24 horas e depois enviá-la a um laboratório. Os resultados normalmente demoram de 7 a 10 dias
 
O estudo liderado pelo professor de engenharia biomédica e mecânica, Pak Kin Wong, e publicado em recente edição do periódico “Science Advances”, propõe um novo sistema de detecção biomimética.
 
Trata-se de uma superfície lisa, dinâmica de baixíssimo atrito, cujo substrato nanoestruturado é revestido por um líquido lubrificante. Este processo inspira-se nas Nepentes, plantas carnívoras cujas folhas em forma de jarro estão cheias de líquido digestivo. A borda dessas folhas tem microtexturas infundidas por líquido escorregadio que leva insetos a caírem em seu interior.
 
A técnica desenvolvida pelos cientistas permite que o reagente e as gotas de urina deslizem facilmente pela superfície lisa dos canais do dispositivo e não fiquem presos. Desta forma, o reagente combina-se com a urina no tempo necessário para a reação.
A tecnologia ainda em fase de testes não requer técnicos para operar maquinário, o que pode, no futuro, tornar possível aplicá-la em consultório ou na casa do paciente.
 
Fonte: https://news.psu.edu/story/620426/2020/05/22/research/new-urine-testing-method-holds-promise-kidney-stone-sufferers
 
O artigo pode ser acessado neste link: https://advances.sciencemag.org/content/6/21/eaba8535
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